domingo, 11 de setembro de 2011

 Não Preciso de alguém que esteja disponível 24 horas por dia, mas que, quando necessário, largue seus amigos  para vir cuidar de mim. Não preciso de planos postos em uma folha de papel, nem promessas que seriam retiradas pela manhã. Mas se quiseres me escrever para me contar sobre a sua vida e os seus sonhos, eu não me importaria. Não necessito de declarações exageradas, de poemas bonitos e versos profundos. Pode só pegar na minha mão quando eu sentir medo, pode só me proteger e ignorar meus defeitos.Pode me levar pra comer um cachorro quente na praça, e assistir um filme juntinho na sala da tua mãe. Eu não preciso de um príncipe encantado, de um conto de fadas ou de riquezas materiais. Mas talvez eu precise do teu abraço apertado, das tuas mãos na minha cintura, da tua sinceridade na hora de me dizer o quanto gosta de mim. Talvez eu precise da tua voz me fazendo ninar, dos teus dedos secando minhas lágrimas e tua boca cessando meus gritos. Eu não preciso das coisas que você possui, desde que eu possua você.
te amo anjo

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

to sensivel...

um pouquinho de amor ao próximo para vcs...




     A resposta breve e enfática
 à pergunta "Devo bater em meu filho?" é não. Sei que se trata de algo muito mais fácil de ser dito do que de ser feito - e admito ter dado certas palmadas no traseiro de meus filhos em uma ou duas ocasiões, mesmo sabendo que pouco bem fariam e de seus danos potenciais. As informações que possuímos sobre os efeitos da punição física, o que inclui o bater, parecem-me tão claras que é possível uma resposta firme à pergunta.



A curto prazo, bater em uma criança costuma fazer com que ela interrompa determinado tipo de comportamento que desagrada a você, além de parecer causar um efeito temporário de reduzir as chances de a criança repetir o comportamento errado. Pelo fato de ser o que você queria, pode parecer uma boa estratégia. No entanto, até mesmo a curto prazo, há alguns efeitos colaterais negativos. A criança, pode ter interrompido o mau comportamento, embora, após o bater, ela esteja chorando, o que é desagradável. choro é ainda um comportamento que mais espancamento não irá reduzir: é virtualmente impossível fazer com que crianças parem de chorar batendo nelas! Daí que você substitui algo desagradável  por outra coisa também desagradável, sendo que a segunda (o choro) não pode ser tratada com a mesma forma de punição.

Outro efeito colateral a curto prazo é o fato de que você está sendo reforçado por bater, sempre que a criança cessa o mau comportamento após ser espancada. Daí que você está sendo "treinado" para usar o bater da próxima vez, sendo iniciado, assim, um ciclo.

    A longo  prazo, os efeitos são, sem dúvida, negativos. Primeiro, quando você bate, a criança o observa utilizar a força ou violência física como um método de solução de problemas ou para fazer com que as pessoas façam aquilo que você quer. Estará servindo de modelo próprio para um comportamento que você não quer que seu filho utilize com os outros.




    Segundo, através da colocação repetida de sua presença junto com o evento desagradável ou doloroso do espancamento, você está desvalorizando seu próprio valor positivo junto à criança. Com o passar do tempo isso significa que você está menos capacitado a utilizar qualquer espécie de reforço de maneira eficiente. Finalmente, até mesmo um elogio ou afeto seus terão menos poder para influenciar o comportamento de seu filho. Trata-se de preço bastante alto a ser pago.

    Terceiro, há, com freqüência, uma mensagem emocional subjacente bastante forte junto do espancamento - raiva, rejeição, irritação, desgosto em relação à criança. Até mesmo crianças muito pequenas lêem com muita clareza essa mensagem emocional (Rohner, Kean & Cournoyer, 1991). O bater auxilia a criar um clima familiar de rejeição, ao invés de afetuoso, com todas as conseqüências negativas acompanhantes.
    Finalmente, há evidências de pesquisa que dizem que as crianças mais espancadas costumam, com maior freqüência, evidenciar níveis mais elevados de agressão e menos popularidade entre os companheiros, auto-estima mais baixa e maior instabilidade emocional (Rohner et aI., 1991). Elas são menos obedientes com os adultos (Power & Chapieski, 1986). Não são resultados que os pais desejam para seus filhos.

    Não estou dizendo que você jamais deva punir um filho. Estou dizendo que punição física, como o espancamento raramente (ou jamais) constitui uma boa maneira de se fazer isso. Entretanto, que outras formas de controle seriam eficientes? As punições mais eficazes - as que produzem mudanças a longo prazo no comportamento da criança, sem efeitos colaterais indesejados ou negativos - são as utilizadas bem cedo, em determinada seqüência de mau comportamento, com o mais baixo nível de emoção possível e o mais leve nível de punição possível (Patterson, 1975; Holden & West, 1989). Tirar de circulação um brinquedo, quando a criança o usa pela primeira vez para estragar os móveis (ou bater em um irmão), ou, de maneira consistente, acabar com pequenos privilégios, quando a criança se porta mal, mudarão seu comportamento, sobremaneira se os pais são afetuosos, consistentes e firmes quanto às regras. E bastante menos eficiente esperar até que os gritos tenham atingido a um nível agudo, ou até que, pela quarta vez, um adolescente tenha saído de casa sem dizer para onde iria para então gritar, xingar e punir com rigor.
Se você foi criado em uma família em que o bater constituía o método-padrão, pode, simplesmente, não conhecer ainda outras formas. Se você é um destes, aulas sobre parentagem - comumente oferecidas por escolas da comunidade ou por outras organizações comunitárias - podem ser úteis.


Extraído de:







BEE, Helen L. O ciclo vital. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. 656 p.

Final de semana chegando...dá uma vontade sair dançando por aí


DOOOOORGAS, LARGUEI AGORA EU SOU DANÇARINO DO FAUSTÃO
meuqueridotumblr:

Assim como todas as outras coisas, eu sabia que essa também teria um fim. (sucker❥)
Ai que preguiça....essa semana trabalhei pakas....preciso descansar....

quarta-feira, 7 de setembro de 2011



A saudade existe não porque estamos longe,
 
 
mas porque um dia estivemos juntos...
verdadeiros amigos independente da distância sempre serão AMIGOS! 
 
 
 


Eu mesmo  tenho pelo menos um da cada kkkkkkkkkkkkkkkkkk

A sociedade é bem maldosa pq não fizeram a Barbie assim....rs

image
Hj foi feriado...mas o melhor que amanhã já é quinta...kkkk

Aprenda a usar diferentes tipos de sapatos

Pedraria, tacha, laço, fivela: aprenda como e onde usar os diferentes tipos de sapatos e arrase na produção!

sapatos
Tacha

Caracteriza o visual rocker, resultando num calçado casual - que você deve combinar com peças de couro e camisetas estampadas. Mas também dá para quebrar o ar roqueira... Basta usar o sapato com vestidos, blusas e saias de babados ou florais.
Flor

A cara do verão! Sapatilhas ou sandálias com esse detalhe devem ser usadas de dia, com saias, vestidos, shorts ou calça. Cuidado para não criar uma produção exagerada, usando o calçado com peças também com estampa floral.
sapatos
Ouse de modo discreto com sapato de animal print e aposte no laço, se for romântica

Estampa animal

Com esse tipo de estampa, o calçado adquire um ar despretensioso. Ótimo para quem gosta de ousar de modo discreto. Se o sapato for muito chamativo, deixe-o como destaque do look e use-o com peças neutras.
Laço

Quando na mesma cor e tecido do sapato, pede produções formais. Se for de tecido estampado ou de plástico, convém combiná-lo só com looks informais. Em ambos os casos, acrescenta romantismo a qualquer produção!
sapatos
Pedrarias em sapatilhas funcionam para o dia; fivelas dão um up no sapato e no visual
Pedraria
Se for em sapatilhas e rasteirinhas, pode ser usada de dia (mesmo se for brilhante, com strass). Mas se o detalhe estiver num calçado de salto, reserve-o para a noite. Lembre-se: quando o sapato for chamativo, o resto do look deve ser neutro.

Fivela

Deixa qualquer sapato mais classudo - se enfeitar modelos de salto, por exemplo, quebra a informalidade do jeans e torna mais elegantes peças de alfaiataria. Fivelas em sapatilhas estampadas são despojadas e vão com calça, vestido, saia ou shorts.

terça-feira, 6 de setembro de 2011


Querendo ou não, tudo que a gente escreve é para alguém. Ou pelo menos é, pensando em alguém.
Querendo ou não, tudo que a gente escreve é para alguém. Ou pelo menos é, pensando em alguém.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011